sábado, 31 de outubro de 2009

Re-Union

Geralmente, coisas boas atraem coisas boas e foi na semana do dia 20 de Setembro. Claro que coisas ruins também acontecem, mas a vida está aí para ser vivida e se a situação foi boa ou ruim, o importante é sabermos tirar lições delas. Mas não estou disposta a falar das coisas ruins, porque ficar remoendo não é uma coisa que gosto de fazer. A parte boa mesmo, é que nessa semana do dia 20, mais precisamente no dia 23, foi o aniversário de uma pessoa que adoro muito (muito). Sabia que era o aniversário dele, mas ele nunca foi de querer comemorar. Acabei me surpreendendo, como tem acontecido nesses últimos tempos. Acho que ele também foi contaminado pelos ventos da mudança e da alegria e se contagiou e resolveu comemorar e me chamou!!! Fiquei super feliz e surpresa. Não pelo fato de ele ter me chamado, mas pelo fato de ele ter resolvido comemorar. Não poderia deixar de ir... nenhuma preguiça me impediria, nehuma chuva, nada nem ninguém. E no dia marcado, eu fui. Claro que cheguei atrasada, como sempre, mas mesmo se eu tivesse chegado na hora em que todos estivessem indo embora, teria valido a pena. Mesmo para um beijo e um abraço apertado, para que ele soubesse que estou sempre ali, pronta para ajudar, pronta para me jogar jogar com ele e com todos em qualquer aventura. Sempre vale a pena encontrar o João e os meninos... e a turma aumentou! Conheci melhor o Saad (de nome Fernando) e o Sucrilhos (que eu realmente não sei o nome) e a Cris, a namorada-esposa do Rafinha. Foi uma noite maravilhosa, na presença de excelentes pessoas... aproveitei para matar as saudades e para conhecer melhor algumas outras. O João, aniversariante da noite, estava radiante, diferente. Acho que era simplesmente felicidade. Por estar com as pessoas de que ele gosta e que ele sabe que gostam dele também, que torcem por ele, que o querem ver bem e não pelas costas. Naquela noite, não era uma festa, era um encontro de amigos, os quais ele soube escolher bem para que fizessem parte da sua vida, eram os amigos que se queriam uns perto dos otros e a energia estava perfeita. Todos possuíam uma espécie de sincronismo, um sorriso solto, fácil, descompromissado. Acho que se o dia seguinte não fosse de trabalho, todos teriam esticado o horário. Ri como a tempos não fazia e os assuntos da noite foram os mais diversos, mas o que mais me fez rir (e contribuiu para a gargalhada geral), sem dúvida, foi a sabatina - curta - de perguntas pela qual eu passei em relação ao meu namoro de bastante tempo com um menino conhecido em comum de todos. Ele já apareceu nesse blog por diversas vezes, mas devo confessar que ele não era um entusiasta desse meu espaço. Ele não apoiava a manutenção, mas também não me pedia para encerrar o espaço, porque por trás de tudo, ele gostava de ler para saber das fofocas, como eu peguei várias vezes ele fazendo. Era engraçado, porque ele achava que estava fazendo uma coisa errada em ler o blog, mas errado mesmo era ele não compartilhar esses momentos comigo. Passou. Foi uma época da qual eu tenho reclamações e muitos elogios. Muitas felicidades e muitas tristezas. No fim, um relacionamento que se equilibrava, que dava certo porque eu era muito bacana... hahahahahahahahahaha (brincadeira). Mas era da parte das reclamações, da parte das tristezas e dos furos que o pessoal reunido estava interessado e eu, como não gosto de deixar ninguém esperando, respondi o que me foi solicitado. Rimos muito, e a cada novo fato, surgia um grupo de outras perguntas e a noite ficou pequena para tudo aquilo. Além de falar mal do meu relacionamento passado - sem remorsos - a oportunidade foi perfeita para conhecer um menino (na verdade dois) que sempre me foi dito que era um escroto e a história dele é ótima. Fui na casa dele uma vez, provavelmente também o encontri somente essa vez, e isso bastou. Ele virou o cara besta, riquinho e esnobe, do qual não era bom me aproximar (disseram). Não tirei conclusões sobre ele, afinal, mal havia conversado com ele, mas se meu ex-namorado, que o conhecia há tempos (dizia), me pintou essa imagem e nem me deu chances para provar o contrário, simplesmente bateu o pé e encerrou o assunto, como eu ia contra isso??? Passei anos acreditando que o tal do Saad era um escroto metido. Haviam eventos onde ele estaria presente e eu, mesmo sem conhecer, já dizia que não ia, afinal, o carinha ia estar lá e eu odeio gente metida, não ia fazer social pra gente escrota e coisa e tal. E o tempo foi passando e a oportunidade que não surgiu naquele dia, há anos atrás, me foi dada sem pressão, sem gente para fazer julgamentos apressados por mim. Estava sozinha, livre para decidir se, no meio da galera, falava com ele ou não, pronta para afirmar o que me foi confirmado há tempos ou apagar de vez a impressão que me fizeram ter. A chance foi curta, mas deu para apagar muuuuuita coisa. Claro que eu não fiquei satisfeita com o breve momento, assim como não fiquei satisfeita ao primeiro encontro com o João, mas eu sei que vão existir novas oportunidades (como existiram com o João) e eu vou conseguir fazer uma "avaliação" melhor do Saad. Ah, o nome dele é Fernando!!! Nem isso eu sabia. O menino tem potencial para ser uma pessoa bacana, mas muita gente desperdiça potencial por aí né... então terei de esperar. Outro que também caiu na roda da escrotice, foi o Sucrilhos (coitado). Também me foi dito que era um escroto "de marca maior". Conversei com ele na ocasião e foi divertido, não me pareceu escroto, mas parece ser uma pessoa que não vou ter muito contato depois do acontecido. No fim, depois das risadas que pareciam não ter fim e da conta que ninguém queria ir pagar, para que não fosse decretado o fim daquela noite, todos queriam que toda semana houvesse um aniversário, para que houvesse essa união, esse papo solto, sincero, cheio de real felicidade. Espero mesmo que se repita. Me senti leve, me senti eu mesma, me senti única, no meio de pessoas igualmente únicas. Percebi que são todos jóias, uns mais caros, uns menos, mas todos valiosos, que não quero perder e não me perdoaria em deixar oportunidades como essa passarem desapercebidas pela minha vida. Valorizo mais o momento, por ter sido o aniversário do João, uma pessoa que admiro, que torço, que tenho como minha (possessividade ON) e pelo fato de eu ter podido ser eu mesma, e de as pessoas terem apreciado o meu verdadeiro eu. Nada de máscaras, para ninguém. Jogo limpo. Beijos

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Confiança e blá blá blá

Quiseram me fazer pensar na questão da confiança. Mas confiança é um conceito tão relativo, a discussão acaba rolando de modo tão filosófico, que não tem uma definição objetiva. Quando se faz uma roda no bar para se discutir as considerações de cada um sobre a tal questão, uma palavra surge com certeza: depende.
Cada um tem um parâmetro para estabelecer confiança e no fim das contas, é provável que meu amigo confie menos em mim do que eu confio nele, mas jamais saberemos os parâmetros que cada um estabeleceu para confiar um no outro. Simplesmente nos confiamos.

Particularmente falando, eu demoro a confiar numa pessoa. Não tenho um tempo certo a dizer, mas tenho duas certezas: o tempo é longo e diferente para com cada pessoa. Acho que depende de como cada pessoa se comporta comigo, a impressão que ela me causa inicialmente e suas ações posteriores.
Presto muita atenção em determinadas pessoas e digo com uma certeza enorme que tenho amigos de longa data dos quais alguns são totalmente confiáveis e outros não. Todos demoraram a me conquistar, mas uns só conseguiram minha amizade, enquanto outros conseguiram minha confiança com o sorriso certo e com um conselho sábio na hora igualmente certa.
Dentro do universo da minha confiança, existem confianças em níveis e sei, isso é confuso, mas funciona basicamente assim: confio nos amigos A, B e C, mas confio no A para algumas coisas, para outras, só confio no B e o C é o cara com permissão total, ele é praticamente o "administrador da máquina" (neeerd), sabe tudo o que A e B sabem e mais um pouco. Acho que no fim das contas, isso não é tão confuso assim, uma vez que acho que é normal confiar mais em algumas pessoas do que em outras.

Já pensou nisso? Em como funciona sua concepção de confiança? Já pensou em quem você não confia? Já pensou numa nova pessoa em que se pode confiar? Já pensou que aquele em quem você confia, pode te trair?

Acabei de passar por uma situação onde eu fui acusada de ser traidora, ou uma "espécie de". Com certeza pensamos diferente sobre a definição de confiança e isso gerou uma tremenda confusão. Acredito que confiar não esteja somente preso ao fato de guardar segredos, mas ta
mbém no fato de serem pessoas cúmplices a ponto de não ficarem caladas quanto aos fatos que seu amigo deveria saber e que interferem na vida dele,que falam dele. Acho que confiança é aquele sentimento de se jogar pra trás e ter a certeza absoluta que seu amigo vai estar lá, com os braços estendidos, para te aparar e não deixar você cair (a não ser que ele queira te sacanear... hahahahahahahaha).
Acho que acabei sendo rotulada de "traidora" pelo fato de confiar mais do que ele. E não volto atrás. Continuo confiando, do mesmo jeito, com a mesma intensidade, nele e em quem mais não me trai.
Olhei a situação com uns óculos Ray Ban e ele olhou com óculos de R$1,99. Acho que vou emprestar meus óculos para ele experimentar. Ao menos por alguns minutos.

Beijos

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

A Arma e Eu

Essa não é uma história do amigo do primo de um amigo meu, é minha mesmo. Acho até que uma história normal para os dias de hoje, na cidade em que vivemos, mas não pra mim. Foi a primeira vez que um modo de violência gratuita aconteceu comigo, me paralisou... e fiquei impressionada com a minha calma.
Eram 11 da manhã de um sábado e eu fazia o caminho da faculdade para casa, caminhando até o ponto de ônibus. As aulas haviam sido boas, fiz uma prova - em que acredito ter ido bem - e assisti uma aula de física bem agradável. Andando na rua, sempre ouço música para o tempo passar melhor e mais rápido. E esse meu momento foi interrompido por um desconhecido.
Ele chegou de bicicleta e me cercou. Disse que não queria tirar minha vida, mas levaria o que estava comigo. E disse tudo isso com o cano da arma escura e gelada encostada no meu peito. Não sei o que me deu, mas no meio de toda aquela tensão, fiquei calma e entreguei meu mp3 favorito. E ele ficou me encarando por momentos, empurrando a arma contra mim e mais uma vez me surpreendendo comigo mesma, fui fria ao mentir dizendo que não possuía mais nada. Ele se contentou com o que eu havia dado e se foi. No fim das contas, concluindo com minha irmã, o assaltante está sempre mais nervoso que o assaltado e manter a calma é essencial para sair ileso da situação. De posse da arma, o homem se acha no controle, acima dos outros, mas não contam com o elemento "nervosismo". Todos estão nervosos, mas se o assaltado se mostra mais calmo na situação, falando numa boa, olhando nos olhos, como acabei fazendo, eles se sentem ameaçados e acabam perdendo parte da autoridade e se vão, temendo algo. Claro que temos de contar com todas as situações, como o cara ser maluco e na hora, dar um tiro de medo. Escapei disso. No fim, o cara era um bundão... hahahahahahahaha (agora eu rio...)
Fiquei revoltadíssima, queria gritar, dizer a alguém como estava me sentindo, mas não consegui. Fui para casa, contei aos meus pais e me deitei na cama. Queria esquecer, se não, ao menos sonhar e pensar em coisas melhores. Dormi bastante e acordei renovada. Não havia passado, mas certamente estava com a cabeça no lugar. Feliz por ser eu na minha cama, feliz por saber que quem havia "saído da família" era um simples aparelho eletrônico e não eu. Feliz pelo fato de meus pais pensarem o mesmo.
Mais tarde, refeita do susto, pensei na banalidade da vida, em como ela pode ser trocada por absolutamente qualquer coisa; pensei em futilidade, pensei em pessoas fúteis. Pensei em um futuro e... (nada)
Acabei lembrando de várias coisas, de vários fatos da violência do cotidiano, onde muitas pessoas morrem para virar estatística, onde o crime fica impune, onde temos de aprender a lidar com nossas dores, muitas vezes calados.
Passou. E espero que não volte.

Beijos

domingo, 19 de julho de 2009

Cartas.com

Jurava que já tinha falado desse assunto aqui... se falei, vira reforço; se não, é novidade.
Mesmo com esse mundo todo interligado, onde todos viajam em ondas de telefone, do SMS, da internet, encontrei pessoas dispostas a trocar cartas! Fantástico né? Quando soube, não levei muita fé, até que alguém perguntou meu endereço e eu passei. Na semana seguinte, recebi minha primeira carta e fiquei animadíssima. Peguei um fôlego grande e resolvi escrever para algumas pessoas. Se não me engano, escrevi para cinco pessoas e todas responderam. Fiquei mais animada ainda e resolvi levar a coisa a sério. Hoje, tenho por volta de 25 correspondentes ativos e fiz grandes amizades.
Rolou uma dúvida sobre o "ativo" né? Bom, tenho seguramente 25 pessoas que trocam cartas comigo e mais umas 10 que no meio do processo desistiram do mundo das cartas ou de mim - o que seria muito ruim. Dentre esses 25
correspondentes, fiz amizades incríveis e poderia destacar algumas, só não o faço aqui para preservar a paz entre todos. Poderia parecer que eu favoreço mais um do que outro, que dou mais valor a uma do que a outra carta que recebo (dependendo do remetente) e isso não é verdade. Abro com a mesma ansiedade cada carta que recebo, independente de quem tenha me enviado. Fico super eufórica quando minha mãe me liga para dizer que chegaram cartas para mim. Mas não posso ser hipócrita e dizer que todos os correspondentes tocaram meu coração da mesma maneira. Seria uma mentira total. Cada um me sensibilizou de um jeito, cada um com sua história e ainda mais com algumas coincidências. Fatos que acontecem - da mesma maneira - para com pessoas que você acabou de "conhecer", acabam por aproximar essas pessoas. Por isso o laço mais forte de amizade.
E um ano após o início de toda essa jornada, continuo com o frescor de quem está ingressando nesse mundo agora. Continuo agregando pessoas a esse grupo das cartas e tem dado tudo certo, mas ainda surgem aquelas pessoas não ativas e essas me deixam triste - mesmo. Existe todo um trabalho por trás desse "mundinho" de enviar cartas. Sim, demanda tempo, criatividade, paciência e até dinheiro (sim, dinheiro!) e muitas pessoas não reconhecem isso. Recebem sua carta e nem ligam para você e simplesmente não te respondem! Mas nem tudo é culpa da pessoa... o correio extravia correspondência e ficamos sem saber de quem é a culpa. Mas devo dizer, com toda a sinceridade que me cabe, que nunca penso no provável erro dos correios. Acabo sempre culpando o (a) coitado (a) da pessoa, mas devo resolver isso no fim desse mês (espero).
Mas isso não é motivo para desanimar, afinal, tem tantos "prós" e na história que não vale o desgaste dos contras. Amo escrever cartas e provavelmente ficarei até o último correspondente "apagar a luz".

Beijos

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Toc, Toc

Nunca fui de ser pessimista, mas devo dizer que o assombro bateu à minha porta. Fim de período, um incontável número de provas e aqui estou, mais uma sobrevivente do sistema. Com minhas marcas e dores, mas sobrevivi. Mas ainda não acabou: há de se esperar os resultados e o pessimismo entra aí. Hoje, por exemplo, fiz uma prova foda. Estudei como fazia tempos que não estudava e no fim das contas, não achei que foi satisfatório. Fiquei devendo, e isso pode me custar uma reprovação. Meus amigos dizem que vou conseguir, que vai dar tudo certo, e eu tento acreditar.
O dia está péssimo. Há uma camada de tristeza no meu rosto, que as pessoas notam de longe e tentam apagar. Mas só tentam.
O fim do período era certo, assim como a chegada a um resultado (seje positivo ou negativo). Independente disso, as férias chegaram e eu pretendo curtir. Claro que curtir sem escoriações é o objetivo, mas se tiver alguma marca indesejável, dolorida, passo um emulgel e fica tudo certo. As sequelas eu vejo depois.

Beijos

terça-feira, 7 de julho de 2009

Passada Rápida

Aff... Pode me xingar, eu mereço. Faz séculos que não venho aqui... e sempre com as desculpas de sempre: trabalho e estudos. Mas é tudo verdade... e agora com um "plus": tenho amigos de cartas (ainda não havia dito isso aqui???) e tenho que responder as cartas que recebo e isso demanda tempo. Mas fato é que estou, às vezes, administrando meu tempo de forma errada... gastando com quem não merece, sabe????
Vou voltar... amanhã, com certeza, estarei aqui firme e forte, afinal, as provas da faculdade acabam e passando nas matérias, ou não, estarei de férias.
Hoje só vim aqui pra dar uma modificada na página... quem olhar DIREITO vai logo perceber. Estou apoiando loucamente a campanha da Pedigree... e já encomendei minha camisa. Adorei colocar os gifs aqui e colocaria mais se tivesse. E não só sobre essa campanha, mas de tantas outras que apóio...

Beijos

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Questionário

A vontade de saber da vida dos outros faz parte do DNA do ser humano. E eu quis saber da vida do meu melhor amigo (como se já não soubesse) e agora, chegou a vez dele de saber da minha... hahahahahahaha.
Tudo uma relação de troca, como a vida deve ser.


Questionário

1. Que horas você acordou hoje?
Bom, existe uma diferença entre acordar e efetivamente acordar (levantar, arrumar a cama e etc.). Eu acordei 7:30h, mas acordei mesmo, de fato, 9h.

2. Diamantes ou pérolas?
Diamantes.

3. Qual foi o último filme que viu no cinema?
Velozes e Furiosos 4

4. O que normalmente come no café da manhã?
Leite com achocolatado em pó é algo sagrado. Se não tomar, meu humor fica péssimo e meu dia fica incompleto. Geralmente não como nada, exceto nos fins de semana, quando acordo na casa dos meus pais, com tempo e pão francês quentinho.

5. Qual é o seu nome do meio?
Silva. :p

6. Qual comida você não gosta?
Detesto pimentão - já até tive intoxicação por causa dele. E recentemente, descobri que detesto MESMO beringela (ou seria berinjela?). Eu tentei comê-la de umas maneiras diferentes, em pratos inovadores, mas é muito ruim.

7. No momento, qual é o seu CD preferido?
Olha, podia colocar aqui um nome de um CD badaladíssimo no momento e me tornar a menina mais cult, mas... o que é um CD? Hahahahahaha

8. Que tipo de carro dirige?
Ainda não dirijo, mas pretendo. Fico adiando sempre o início das aulas, pois tenho medo. Andei pensando até em entrar pra uma auto-escola para pessoas com medo, mas achei muito escroto - e caro - e quero mais que meu medo vá a merda e não me dê despesas extras.

9. Sanduíche preferido?
Não tenho um gosto específico para isso, mas sempre me lembro de um, muito bom, que comi numa kombi na Praia de Botafogo, numa madrugada de Domingo. Era de filé, maravilhoso...

10. Que características despreza?
Falsidade, Mentira, Inveja.

11. Roupas preferidas?
Aquelas que cubram de verdade meu corpo, ou seja, onde a polpa da minha bunda não apareça, assim como qualquer parte da minha barriga indecente. Bom senso ajuda nessas horas. Nada de flores loucas, ou estampas modernas que parecem um desenho do maternal. Tendo muito para coisas clássicas. Adoro mudanças, mas analiso muito antes de elas pularem das lojas e virem habitar meu armário.

12. Se pudesse ir para qualquer lugar do mundo de férias, para onde você iria?
Serve meu quarto, com uma placa na porta escrita "Sarcófago"??? Só quero descanso... hahahahaha.

13. Marca preferida?
Minhas tatuagens e uma cicatriz de corte de tesoura na barriga... mas eu acho que vc não queria saber isso... :D

14. Onde gostaria de se aposentar?
Poxa... acho que vai ter de ser pelo INSS mesmo né... hahahahahahahaha... *brincadeira*
Ah, não sei mesmo... quero estar realizada na carreira que escolher e quem sabe, nem me aposente... hahahahaha

15. Qual foi o seu aniversário recente mais memorável?
Ah... não gosto muito de comemorar meus aniversários e não comemoro mesmo. Mas me lembro de algo bacana: eu faço aniversário num dia e meu pai faz no dia seguinte e minha mãe fez um bolo surpresa e cantamos parabéns tipo 23:59h para entrar no dia seguinte e já ser aniversário do meu pai... Foi muito bacana, pq ela ficou me apressando a chegar em casa antes do dia do meu aniversário acabar e eu não estava entendendo nada. Só quando cheguei e vi o bolo, que entendi. Achei criativo e bacana.

16. Esporte preferido pra assistir?
Futebol (e pra fazer... prefiro não comentar)

17. Quando é o seu aniversário?
29/06

18. Você é uma morning person ou uma night person?
Sou uma "day & night person"... hahahahahaha

19. Quanto calça?
39/40 - um exagero, diga-se de passagem.

20. Animais de estimação?
A.M.O. Atualmente tenho uma cachorrinha - que tem tratamento de gente -, mas tinha mais um cão, que faleceu em 2007 e alguns hamsters. Sempre quis mais animais, mas minha mãe teme que a casa dela vire um zoológico... hahahahahahahahahahaha

21. Alguma novidade que gostaria de compartilhar?
Não, não... prefiro manter essa "novidade" só pra mim.

22. O que você dizia que queria ser, quando criança?
Ah, o de sempre... Veterinária. Mas o espetacular mesmo era a idéia de um amigo meu, que queria ser presidiário. De acordo com ele, era ótimo, pois teria cama, comida e onde ficar. Sempre ri horrores, e depois me senti culpada, pq ele quase virou um.

23. Como você está hoje?
Bem, obrigada por perguntar.

24. Qual é o seu doce preferido?
Amo chocolate... não sou muito de outros doces... no momento, estou viciada no fondue da Cacau Show.

25. Qual a sua flor preferida?
...

26. Por qual dia do calendário você está esperando ansiosamente?
O amanhã me contenta.

27. Qual é o seu nome completo?
Hum... prefiro que você não saiba.

28. O que você está escutando agora?
Uma música, o papo do meu chefe e umas pessoas gargalhando em pleno ambiente de trabalho (ADORO!!!)

29. Qual foi a última coisa que você comeu?
Meu almoço, que foi num rodízio de comida japonesa... Comi pacas e até agora, nem água desce. E olha que já são 18:40h e eu almocei 14h.

30. Você faz pedido pra estrelas?
Não perco meu tempo.

31. Se você fosse um lápis de cor, que cor seria?
Seria um "Duo Lápis", com cores diferentes cada ponta. Numa ponta eu seria da cor preta e na outra, seria roxa.

32. Como está o tempo agora?
Não consigo ver e estou com preguiça de levantar as persianas. Pelo adiantado da hora e o histórico da semana, suponho que lá fora, a temperatura esteja caindo e que está escuro.

33. Última pessoa com quem você falou no telefone?
Falei com o cara de Banco de Dados e minha mãe estava na "chamada em espera".

34. Refrigerante preferido?
Coca-cola. Tento parar, mas ela me domina.

35. Restaurante preferido?
Não tenho... tenho comidas preferidas, por isso, diversos restaurantes entram na minha lista.

36. Qual era o seu brinquedo preferido quando criança?
Barbie.

37. Inverno ou verão?
Inverno, pois me visto melhor... mas sinto falta do verão quando quero colocar minhas blusas decotadas ou aquelas com decote nadador.

38. Beijos ou abraços?
Beijos E abraços.

39. Chocolate ou baunilha?
Chocolate - fato!

40. Café ou chá?
Chá.

41. O que tem debaixo da sua cama?
Outra cama (com rodinhas!!!).

42. O que você fez na noite passada?
Fiquei alternando entre duas televisões, tentando acompanhar dois jogos de futebol. Loucura, não faça. Mas acredito ter perdido algumas calorias.

43. Do que você tem medo?
Da morte dos que amo.

44. Salgado ou doce?
Salgado.

45. Quantas chaves tem no seu chaveiro?
Tenho duas casas (chique!!! - hahaha) e em um dos chaveiros, tem duas chaves, enquanto no outro tem 6.

46. Há quanto tempo você está no seu atual emprego?
Ah, essa resposta a MariMari sabe... hahahahahahahaha
10 meses.

47. Dia preferido da semana?
Domingo.

48. Em quantos lugares você já morou?
Sempre morei no mesmo bairro, mas já troquei de casa (dentro do mesmo bairro) 2 vezes.

49. Você faz amigos facilmente?
Conheço várias pessoas, de modo bem fácil, pois sou muito comunicativa, mas daí eles virarem amigos não é regra. Poucos são os que conseguem me conquistar a esse ponto.

50. Gostaria que alguém respondesse esse questionário?
Claro!!! Principalmente quem está fuxicando o blog... hahahahahaha



Beijos

domingo, 10 de maio de 2009

Ainda Não...

Eu sei, eu sei... eu disse que postaria a semana toda, mas a faculdade me pegou pelo pé e não quis me soltar de jeito algum. Mas de modo geral, mesmo com uma "bola de ferro" no pé, minha semana foi maravilhosa.
Estou bolando um post legal... mas ainda devo ficar meio "off" até o meio da semana. Tenho umas cartas para responder, uns trabalhos pra fazer... mas tudo vai dar certo, eu sei.
Não sou muito de dar satisfações para as pessoas, mas... resolvi, hoje, passar aqui para isso. Sei lá... baixou um espírito de justiça aqui... hahahahahahaha...

Beijos

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Pai Perfeito - Achei!!!

Deveria postar a continuação da minha série de histórias e tudo o mais, mas... resolvi postar um texto que fiz em fevereiro deste ano. Ele, como muitos outros, acabou surgindo de uma conversa minha com o João, claro. Ele vive me inspirando... e nossas conversas são tão boas, que geralmente dão margem pra posts, que geralmente ficam muito bons. Ah, quanto aos capítulos da minha série, vou voltar a postar na semana que vem... e devo postar tooodos os dias, pra tentar compensar (tentativa mesmo) minha falta aqui.


Sempre me questionei sobre o fato de se, no futuro, seria uma boa mãe. Hoje sei que só saberei a resposta se um dia for mesmo mãe. Mas rolou um test drive com a minha sobrinha e sim, acho que posso vir a ser boa. Mas gostaria mesmo de ser uma boa mãe com um bom pai, daqueles que até poderiam me deixar de lado por momentos em que babasse pelo nosso filho. Ele podia dizer que eu estava com cara de cansada, mas diria que valeu a pena, pois nosso filho dormia com um sorriso feliz. Ao longo dessa minha curta vida, encontrei algumas pessoas que pensei que seriam pais ótimos. Não, não estava procurando um pai para o meu filho com essa pouca idade, mas não me era trabalhoso imaginar como aqueles meninos que me cercavam seriam como tais. Não eram necessariamente meus namorados... eram amigos bem próximos e até colegas. Por incrível que possa parecer - ou não - meus namorados não seriam pais interessantes. E hoje, acabei encontrando, num excelente amigo, o pai perfeito.
Ele dispensa apresentações, é uma pessoa que eu adoro e somos muitos amigos. Acho que antes de qualquer coisa, a amizade é importante e tudo o que vem com ela: a cumplicidade e a unicidade de determinados atos nos fazem amigos de verdade. Era uma conversa que começou totalmente louca, falando sobre o futuro e casamentos. Nos questionamos sobre os noivos perfeitos e as festas perfeitas. Já nos imaginando com uma pessoa ao nosso
lado, conversamos sobre a questão de sermos pais. Eu, expondo minhas dúvidas em relação a maternidade e minha desconfiança sobre os homens que me cercavam e ele, expondo explicitamente o desejo de ser pai.
Aquele cara sempre brincalhão, que não me parecia mesmo crescido, tinha medo de ser pai. Não pelo fato de não querer, mas pelo fato de ter medo de não saber cuidar daquele Ser tão frágil. Se mostrou preocupado com a educação do futuro filho, bem como a criação dele, afinal, de acordo com nossa conversa, chegamos a conclusão de que "a criança é o reflexo da criação".Se mostrou um pai no melhor estilo babão e ficou preocupado que o papo viesse a público. Sinto muito, João... mas um pai perfeito desses não deve ficar incógnito.
E a conversa foi acontecendo e eu descobrindo um lado novo. Não me canso de me surpreender com ele e essa foi uma das vezes em que fui (bem) surpreendida. Achei mesmo que o João só tinha dois lados - lados esses que já me satisfazem -, mas fico feliz em saber que estava errada. A cada dia que passa, descubro uma pessoa nova, uma pessoa que me acrescenta coisas boas, uma pessoa que vale a pena observar.
Não posso ter certeza, mas... acho que meus olhos brilharam quando chegamos a um ponto da conversa onde ele disse que a mãe já tem uma ligação muito forte com o filho na barriga, uma ligação que dificilmente se rompe, enquanto o pai tem mesmo é de conquistar a criança, coisa que ele faria de modo diferente, a cada dia, incansável, sempre se mostrando um pai presente, amigo. Daria lições, ensinaria os caminhos, agradaria quando fosse necessário e daria broncas do mesmo modo. Eu vi, naquele momento, o cara que faria aquilo numa boa, por ser a natureza dele, desde que estivesse com a pessoa certa ao lado. Fiquei super sensibilizada, afinal, é o que uma pessoa como eu, que busca mesmo a real felicidade, desejaria para o pai dos meus futuros filhos. Não, não estou pedindo implicitamente que ele seja o tal homem, mas sim, peço aos homens que lerem, que sejam como ele. Que tenham essa idéia, que pensem nisso, que se descubram, seja para definitivamente decidir ser pai ou não. Que optem pelo melhor lado de si, que optem pela felicidade, que optem pelo que o coração falar mais alto.
Ainda ficamos fofocando por um bom tempo, e no fim das contas, concordamos que ele é uma pessoa rara. Não vejo meninos dizendo esse tipo de coisas por aí e nunca entendo o motivo pelo qual esse meu amigo está sozinho.
As meninas de hoje são esquisitas... elas não querem um relacionamento assim, elas buscam diversão, estão com um pensamento masculino. Poucas são as meninas que eu encontro que tem o sonho de ter um cara para a vida toda. Posso dizer seguramente que, quando se tratando das meninas que conheço, elas querem um cara para usar, e "meu modelo de pai perfeito" seria o cara ideal. O que espero que elas saibam, é que o jogo inverte, que quem pisa um dia, pode ser pisado no outro... e a vida é assim, o mundo dá voltas.
Acho que devemos ter tranquilidade. Vamos todos encontrar a pessoa certa, com objetivos como o nosso, com a mesma vontade de ser feliz que a nossa. Seremos felizes, temos medo, arriscamos e seguimos em frente, sempre com o objetivo da felicidade no fim do túnel.

Beijos

domingo, 26 de abril de 2009

Tirando a Poeira

Caramba... faz tempo que não venho aqui. Poxa... não sei se posso colocar culpa no tempo ou se simplesmente foi o fato de ter dado mais atenção à minha vida que me deixou longe daqui. Fato é que recebi, há uns dias, um comentário sobre o blog. E não, amiguinho, ele não tá morto... Hahahahahahaha
Agora estou mesmo sem tempo. Acabei de sair do período de provas de uma faculdade e amanhã começam as provas da outra. Terei mais tempo após isso.
Volto... volto sim...

*aff... to viciada em Brechós Online... são ótimos. Vou listar alguns deles aqui...

Beijos

segunda-feira, 2 de março de 2009

Strangers - 1

PQP!!! Só assim mesmo...
Demorei muito para vir neste espaço. Confesso: fiquei com preguiça um tempo e em outras ocasiões, me esquecia mesmo... mas ainda bem que tenho amigos interessados aqui, que me lembravam sempre de postar.
Muitos beijos ao Igor e ao João. Ao segundo, coube a tarefa de me encher o saco, afim de que eu tomasse coragem e viesse escrever algo. Ok, ele não me encheu o saco (vai demorar a chegar, esse dia), mas me lembrou ao longo dos dias da semana passada. Até vim aqui, com grande boa vontade, mas o Blogger não me deixou postar...
Hoje aqui estou, em meio a pedidos, com grande alegria, postar a primeira história de várias.
Espero que gostem, espero que critiquem, espero que sugestionem.


Ela nunca cedia aos insistentes pedidos dele. Nada de namoro, nada de noivado, e sim, apenas um convite para uma saída entre amigos. Ela sabia que, por mais amigos que fossem, a probabilidade de acontecer algo além da amizade era grande, afinal, ele já havia confessado (somente numa noite) que sentia desejo por ela.
Incontáveis "nãos" se passaram, até que ela resolveu aceitar o pedido para jantar. Ele mal pôde acreditar no que ouvira, já que fez o convite (de certo modo) descompromissado, já aguardando a resposta de sempre, que acabou não vindo; era notada certa euforia em sua fala, que continha toques de ansiedade e nervosismo. Ela ficou feliz por perceber o interesse dele em encontrá-la e acabou por ficar nervosa, não sabendo o que esperar.
E o dia do encontro finalmente chegara. Ela passou o dia nervosa, sem saber o que esperar, enquanto ele esperava tudo, mesmo sabendo que poderia não acontecer nada. Ele chegou 5 minutos antes e conseguiu parar em frente a escada do prédio dela. Pôde vê-la descer com os cabelos e vestido esvoaçantes, com sandália de salto preta e uma bolsa azul, a mesma cor do vestido. Ela não esperou que ele abrisse a porta do carro e logo entrou. Se cumprimentaram com um simples "oi", quase sem jeito, sem quase um olhar para o outro. Ela quebrou o silêncio querendo saber onde jantariam e ele logo deixou a tarefa de escolher o restaurante com ela, que tentou recusar.
Enquanto ela murmurrava possibilidades, ainda parados em frente ao prédio, ele chegava mais perto dela, que fingia não reparar. Começou a olhar para ele quando este começou a dizer o quanto ela estava bonita... e ele foi se aproximando e a beijou. Por um infinitésimo de segundo ela pensou em recusar o beijo e levou o mesmo tempo para desistir da idéia. O beijou com desejo, que não sabia existir.
Ele sabia o que queria e a beijou por um longo tempo. Tentou avançar e temeu pela reação dela. Pousou uma das mãos sobre sua perna e sentiu que ela levara um leve susto, mas não a ponto de retirar a mão dele. Continuaram a se beijar e o clima entre eles ficou bastante intenso. Os dois decidiram que aquela era a hora de darem um passo maior, sem grilos, de forma consciente, com amor entre amigos.
A noite fora perfeita. Ele se mostrou carinhoso e atento aos desejos dela. Ele queria que tudo fosse perfeito, mais para ela do que para si mesmo. A encheu de carinhos e fez questão de deixar claro que ela era a parte mais importante daquela noite, além de deixar claro também que fazia de tudo para ver a felicidade transparecer em seu olhar.
Ao fim da noite, ele era pura atenção com ela e a deixou em casa. Sozinha, ela fez seu próprio julgamento sobre ter saído com um amigo e ter voltado com um amante. Ela não podia negar que estava com vontade, mas não podia ignorar o fato de ele ser um grande amigo (antes de qualquer coisa). Achou que se sentiria péssima com a situação, que a amizade não seria a mesma e qual foi a surpresa que teve ao acordar tranquila, com a consciência leve e com um saldo positivo da noite anterior...
Ela estava bem... o sexo fora ótimo, ele mostrou um lado que ela não conhecia: carinho, cuidado, preocupação... descobriu também seu lado insistente, mas nada que ela não tenha contornado com um beijo na orelha e uma transa logo depois.
E mesmo com o carinho todo, com tudo tendo fluído bem, eles não se viram e nem se falaram novamente. Ele ficou com receio de a amizade ter ficado diferente, enquanto ela, num canto, pensa que fantasiou demais sobre ele...
No fim, eles estão confusos, provavelmente com mais desejos a realizar, mas com grande receio do que a transa casual pode vir a causar...

Beijos

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Prólogo

Mediante a singelos pedidos e gritantes manifestações, eu volto a postar no blog (risos). Num dia não muito bom, vinda de uma semana não muito boa, contrariando a lógica, estou aqui, com ânimo e gás invejáveis.
Resolvi fazer uma série de posts, no melhor estilo "sem nomes e sobrenomes". No início da escrita, não tinha pretensão nenhuma, não queria fazer ninguém imaginar nada, não queria que ninguém pensasse em nada... a idéia era ler e pronto. Hoje, já tendo 5 histórias no papel, já quero que você coloque seu nome na história... que enxergue coisas que não enxerguei, que imagine o que eu não ousei. Quero identificação, que você encontre sua identidade perdida, assim como quero que outros falsifiquem uma para estar ali, revelando desejos.
Não sei se pretendo muito. Espero mexer com cada um. Não sei se a história prende, se é bem escrita... não sei. Tudo o que sei é que começo amanhã e que essas histórias aconteceram com um amigo de um amigo meu...

Beijos

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Fanfarronices Globais

Era chegado o dia. O dia onde cada um soltaria suas frangas, onde alguns rebolariam até o chão e outros beberiam e contariam alguns segredos. Alguns pagariam uns micos - de leve - enquanto outros armariam fanfarras ao lado dos fiéis amiguinhos. Alguns ficariam caretas enquanto outros fariam caretas. O dia era de festa, cada um estava com um espírito, cada um com uma expectativa, que nos dias seguintes ao 18/12 se tornariam diversas visões do que foi ou do que poderia ter sido.
Tenho a minha visão, as coisas que curti... mas mais divertido é saber como foi s mesma festa sob a ótica de outras pessoas, que também se divertiram, que podem ter bebido - ou não -, podem ter feitos coisas pratekamente... em off. Então, de participação especial neste post, temos *MariMari*... estag como eu, feliz como eu, mas muito (muito mais) mais fanfa do que eu, que falará ao longo do texto, na "deixa" que eu fiz para ela...
2 relatos, 2 visões e uma certeza: a festa foi boa bagarai (expressão aprendida com MariMari).

Tensão total: a sandália que eu usaria na festa estava arrebentada. Culpa minha, claro, por ter ido sambar com a tal. Mas não me arrependo... sambei muito, como nunca, e particularmente foi o meu melhor gingado. Só tinha uma opção: comprar outra. Tarefa tensa a ser realizada antes de ir para o trabalho, afinal, as sapatarias não amam meu pé delicado tamanho 40 e só me aparecem com sandálias "Drag Queen"... o jeito era ir numa sapataria bem pop, no melhor estilo povão, e deu certo. Sandália linda, preta, nada muito alta... mas as tensões não acabariam por aí. Minhas unhas estavam uma bosta... a boa era arranjar um salão perto do trabalho. Achei que seria tarefa difícil, mas uma anja me apareceu - Robertinha - e me indicou o salão. Liguei, marquei hora... e Mari entrou de carona. Era muito necessário eu fazer minhas unhas dos pés... seria inaceitável colocar sandálias novas (e fofas) com unha de bruxa velha do brejo. Mas como sair no meio do expediente para fazer unha? Santa hora do lanche... Ok, ficamos com fome, mas nossas unhas ficaram Mara!!!

O dia correu tranquilo, acho que todos envolvidos pela atmosfera do dia festivo, de comemoração... as alegrias começaram no banheiro. Eu e Mari nos embelezando, rindo, brincando... e de repente, ouvimos uma pessoa (que não deve ser nomeada) nos alertando sobre nosso táxi. Nosso??? Entramos em desespero, o batom foi ao olho e o rímel ao cabelo. Puro desespero. Era pra ser tudo ótimo, nada poderia dar errado, não podíamos ir com "ele"!!! Recorremos a uma amiguinha - que quase ganhou status de santa - que logo abraçou nossa causa nobre de termos um trajeto mais harmonioso e acabou nos abraçando também. Ufa!!! Ela resolveu nosso problema... fomos com ela e com mais uma companhia super agradável. Mas sabe... fiquei, no fundo, com dó da pessoinha... mas acho que foi muito no fundo, já que o "dó" passou em 1/4 de segundo...
Lugar perfeito: Costa Brava. Noite linda... nunca havia ido àquele clube e fiquei boquiaberta com a vista. A decoração estava simples, acho que pra valorizar o lugar e deu tudo certo, combinou perfeitamente. Muita bebida, muita comida, muitas pessoas. Queria dançar e talz... mas tinha tanta gente pra eu falar... dançar ficou em segundo plano. Conversei com um monte de gente, caminhei pelos andares da festa, bebi, comi e tirei poucas fotos - início de festa, sabe como é...

Muita farra... sorteio de muitas coisas e eu sequer subi ao palco. Sorteio tumultuado, muita gente, muitos gritos, mas o certo, o que se destacava, a certeza da noite, era de que o Velho é Mara!!!
O funk rolou solto - acho que hoje em dia as festas têm de ter funk, se não, a galera fala que a festa foi uma droga e fato que todos querem saber quais mulheres descem até o chão sem pudor - e não dancei até o chão... amo dançar, mas tinha tanta gente phoda, rindo, bebendo, se divertindo sem dançar, que resolvi ficar com eles e abusar da câmera. Estava inspirada. Fiz fotos muito boas... ri muito, bebi pouco e não me faltaram momentos maravilhosos.
No fim da festa, o Datacenter dominou o clube e a fanfarronice rolou solta. Não sabia que se podia se divertir tanto, de forma tão simples, simplesmente por estar junto dos amigos. Fotografei vários momentos e fico revendo sempre... me passa a idéia de que a amizade é mesmo o que nos deixa felizes.
E a fanfarronice não acabou na festa... ir para casa com as figuras do Datacenter foi um capítulo à parte da noite... todos descabelados, quase todos bêbados, beijos descompromissados (não disse onde...), fotos e muitas risadas.
Mas eu não vi a Mari em boa parte da festa... será que ela estava... pratekamente!!! Prefiro não comentar. Fala vc, *MariMari*...

5:30am! O celular se esguela tentando me acordar, mas a gripe a febre me prendem na cama. É, parece que o dia não começou bem. Reúno minhas forças e vou pra faculdade. Duas provas finais, uma após a outra, uma colada na outra. Definitivamente o dia não começou bem... Fé! O importante é ter fé. rsrs
Saí da UFF com a ótima sensação de leveza nos ombros... "Finalmente acabou". O fim do período foi tenso, como todos os outros. Fui almoçar com o pessoal, calma e preguiçosamente... Nos demos o luxo de chegar atrasados nos nossos respectivos estagios (sem acento de acordo com a nova regra ortográfica!).

Apesar de tudo, HOJE É DIA DE FESTA (afinal, esse é o motivo da minha humilde participação neste blog!)!!! Eis que chega a tão esperada festa de fim de ano da empresa... A gripe ainda deixava a sensação de alguém que levou uma surra, mesmo assim eu estava animada. Todos estavam, oras!Chegamos. O lugar é incrível e a vista pra cidade deslumbrante! Assim começou a festa... tudo muito bom, tudo muito bem... A galera enchendo a cara. Entornando todas. Manguaçando legal. Chapando o coco! Ou seja, amiguinhos, cerveja! Infelizmente a gripe me segurou nesse quesito.
Sorteios. Muuuuuuuuuitos sorteios. TVs de plasma, iPhones, viagens, notebooks, mas o máximo que consegui foi um "Obrigado pela sua participação!" ¬¬
Mas tudo bem, a gente estava lá por uma causa nobre! Afinal de contas "O VELHO É MARA!" hahahahahahahahahaha
Na hora do funk (Sim! Funk. Algum problema?), a galera me puxou pra pista de dança... fato que fui prontamente! Simplesmente ME A-CA-BEI! (Já perceberam que a gripe a essa hora já tinha saído desse corpo que não a pertence, né? Uahauhauhau) Coemeçou então um papo de "Vamos partir pra onde daqui?" Só digo uma coisa: FANFARRÕES! Um bando de fanfarrões! AuhauhauhaOk, a boa era a Nuth. Foi o que disseram. Então, vamos pra Nuth!
Pegamos a van que nos deixou no Cittá. Do nada, absolutamente do nada, mó galera sumiu. E assim eu me encontrei com 3 bêbados em plena Av. das Américas ANDANDO a caminho da Nuth. Sério! Eles gritavam... corriam... e eu só pensava: "o que eu to fazendo aqui?" O pior é que eles queriam andar pela grama e eu de salto alto e fino! Putamerda (junto mesmo!)! A mulherada me entende... Tudo bem, tranquilo (sem trema!). Resolveram fazer sinal pra um ônibus. Sei que tive que correr na grama (de salto!) e dar um mortal pra conseguir atravessar a poça de cinco metros que separava a calçada do ônibus!Descemos no ponto seguinte e estávamos na Nuth. Lá tava fraco. Muito vazio. Partimos pro São Nunca, que é do lado. Dei uma dançada de leve... olhei pro relógio: 3:30am. Quase 24 horas acordada! Meu salto já começava a me incomodar, eu estava cansada. Pedi arrego! Um amigo meu (altamente alcoolizado) também já estava afim de partir. Pagamos, saímos e chamamos o táxi (bendito seja o voucher!). Meu amigo tava um fofo (culpa da bebida, claaaro) me dando conselhos profissionais! Hauhauhauhauhaua. A gente mantinha um diálogo no táxi sabe-se lá como: eu trêbada de sono e ele, trêbado E com sono! Hahahahahahahahahaha
Deixei primeiro aquela criatura e, casa e pedi pro motorista me devolver ao meu "lar, doce lar". Cheguei e foi tudo no automático: banho e cama! Antes de dormir, dei uma olhadinha no relógio: 5:30am.
É, acho que a gripe passou mesmo! =D

Observações se fazem necessárias:
1 - eu caguei para a nova regra ortográfica.
2 - a Mari se importou com a nova regra ortográfica e aplicou o que ela aprendeu (aprendeu rapidão, neh???).
3 - post falando dos amiguinhos globais tem de rolar um "pratekamente" e um "mara", senão não quis falar do pessoal do Datacenter.

4 - as fotos estão aí, na ordem dos fatos da festa - ou quase - e outro dia eu coloco uma legenda, dou nome aos bois... essas coisas...

Beijos

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Fecha a Conta!!!

2008 se foi e devo confessar: passei os últimos dias de tal ano com certo nervosismo, sentindo algo estranho, como se não quisesse que o ano acabasse. Com certa razão, afinal, 2008 foi ótimo para mim. Minha vida deu um giro rápido, diferente... um giro de mudanças. Meu namoro acabou e sou grata pelo tempo de namoro... tirei lições boas e ruins e cresci com isso. Fiquei mais madura com o término - eu acho - e fiquei mais viva.
Me descobri mais intensa, mais amiga, mais apaixonada. Conheci pessoas maravilhosas, redescobri tantas outras e todos os seus encantos. Fui à lugares onde nunca me imaginei, passei a comprar tudo - ou quase tudo - que tenho vontade, me tatuei - e vou me tatuar mais -, beijei bocas que jamais imaginei, fiz loucuras como experimentar cachaça e topar convites promíscuos 2h da madrugada, troquei de emprego... e todas as mudanças que ocorreram em mim, influenciaram minha decisão de estar onde estou. Aprendo muito a cada dia e gostam da maneira que passei a viver: de modo mais apaixonado - por tudo o que faço - e sempre com sorriso no rosto. Aprendi a ver o amanhã, mas sugar tudo o que o hoje pode me dar.
Quando vi os fogos anunciando o novo ano, chorei. Acho que por tudo o que fiz e por tudo que pretendo fazer. Desejei um ano quase como 2008; desejei uma "versão 2" do ano que passou, do ano em que me apaixonei muitas vezes, do ano que me mostrou que estou viva - e bem viva -, do ano em que eu resolvi ser "eu" em versão turbinada.
Que venha 2009... bem regado com azeite e uma piña colada, por favor.

*Sim, me apaixonei várias vezes... (sabia que ia dar o que falar) e amei também. Paixão e amor são diferentes. A primeira coisa é avassaladora, uma química que nos faz querer entrelaçar corpos e não necessariamente levar a relação para frente. Amor é mais carinho, é mais cuidado e é difícil passar. Existe desejo, existe atração... mas você sabe esperar. Minhas paixões foram ótimas, mas tratei de esquecer todas. Hoje eu amo e estranhamente, em novas concepções de amor: o casual, o tradicional e "o que quero experimentar". Trato todos bem e a recíproca é verdadeira. Mas em outra oportunidade, eu abro meu dicionário para esclarecer os vocábulos...*

Beijos